A jornada da irlandesa Katie Taylor para a maior lutadora viva

As academias de boxe, conhecidas por sua simplicidade, costumam servir como santuários para a elite. Em Las Vegas, banners para The Money Team estão pendurados sob uma parede de pôsteres de luta no Mayweather Boxing Club, um reconhecimento sensato das realizações de Floyd Mayweather. O Wild Card é oficialmente propriedade de Freddie Roach, mas até mesmo o treinador do Hall da Fama vai admitir que é a casa que Manny Pacquiao construiu, com fotos de um Pacquiao triunfante no clube de Hollywood de Roach.

Katie Taylor é o maior nome do boxe feminino, a campeã indiscutível em 135 libras, número 1 libra por libra, um empate nas bilheterias de Nova York a Londres. Ela treina em um prédio de tijolos indescritível no centro de Connecticut, sob um mural de “Maravilhoso” Mykquan Williams, um prospecto de 140 libras, e na frente de uma placa convidando os fãs a conhecer o ainda mais marginal ex-peso-pena Matt Rémillard. A evidência da presença de Taylor é inexistente. “Seria bom ter uma foto,” ri Taylor. “Mas estou feliz aqui.”

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